sexta-feira, 23 de novembro de 2012


CHIA, O GRÃO DA SAÚDE


ALIMENTO SE DESTACA PELAS QUALIDADES NUTRICIONAIS


Uma das principais fontes de alimentação  dos povos andinos da era pré colombiana, com indícios de que foi plantada desde 2600 A.C., a chia (Salvia hispânica) era muito cultivada no México e na Guatemala e tinha os astecas e os maias como principais consumidores, que ingeriam o grão para aumentar a resistência física. No entanto, por também ser usada em rituais sagrados, os colonizadores católicos condenaram o grão como ritual pagão e levaram o cultivo à extinção. Somente na década de 1990 o plantio foi retomado por pesquisadores argentinos e norte-americanos, que desenvolveram estudos sobre o grão e demonstraram, entre os benefícios, ação coadjuvante no combate de várias enfermidades, como obesidade, alterações gastrointestinais e doenças cardiovasculares.
Com aparência semelhante à do gergelim, a chia contém 40% de fibra dietética, 21% de proteína e 20% de ácidos graxos ômega 3. Além disso, contém 20% da dose diária recomendada para adultos de cálcio, fósforo, ferro, magnésio e potássio, e potente ação antioxidante contra os radicais livres. "A chia também possui ação anti-inflamatória e grande capacidade de absorção de glicose, ideal para a prevenção do diabetes e para o controle da insulina", explica a nutricionista Carolina Chica, do Departamento de Doenças Cardiovasculares da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Chile, que estuda o grão há mais de 10 anos.
A grande quantidade de fibra dietética- solúvel e insolúvel- propicia ação redutora do índice glicêmico da dieta e é reguladora do aparelho digestivo e da função intestinal. Por ter as fibras solúveis do tipo mucilaginosas, a chia tem a capacidade de absorver líquidos e gorduras aumentando em mais de 10 vezes o seu volume, o que pode proporcionar uma sensação de saciedade e contribuir para a diminuição do peso corporal. As fibras solúveis, quando agregadas à dieta, têm a capacidade de retardar o esvaziamento gástrico e a absorção de glicose pela circulação, o que contribui para um melhor controle do perfil glicêmico e colabora com a saúde de indivíduos com diabetes.
As fibras solúveis são prebióticos que, por sua vez, se apresentam como substrato para os probióticos- microrganismos que compõem a microbiota intestinal. "Este equilíbrio de prebióticos e probióticos tem ação condicional para a adequada absorção dos nutrientes pelo intestino e efeito imunomodulador", ressalta a nutróloga Marcella Garcez Duarte, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Outro ponto positivo é a proteína presente em 21% do grão que, por ser um macronutriente presente em todas as células do corpo e com aminoácidos que não podem ser sintetizados pelo organismo, deve ser inserida na dieta.
O ômega 3 se destaca porque é um ácido graxo com atividade protetora contra doenças cardiovasculares, por sua ação anti-inflamatória, antiagregante plaquetária, reguladora do perfil lipídico e da pressão arterial, além de estimular a comunicação entre os neurônios. O consumo de chia pode controlar os níveis de glicemia, a melhora do perfil lipídico, a função endotelial das células que revestem os vasos sanguíneos e o coração, a coagulação e o status de ferro, auxiliando também na diminuição do LDL-colesterol e no aumento do HDL-colesterol.
SUPERGÃO
A Chia pode ser comparada a vários alimentos em virtude de seus componentes:
  • Ômega 3: linhaça, nozes e castanhas
  • Fibras solúveis: cereais integrais
  • Cálcio e fósforo: laticínios
  • Ferro e magnésio: folhas verdes
  • Potássio: bananas e laranjas 
INDICADA PARA TODOS
A chia pode ser consumida na forma natural, sem a necessidade de trituração para obter seus nutrientes, como exigem alguns grãos, mas também pode ser inserida em massas, bolos, pães, saladas e sucos. "Para um indivíduo com diabetes, colesterol ou triglicérides elevados, é melhor consumir a semente para o fornecimento de fibra e ômega 3. As pessoas que querem perder peso, entretanto, devem ingerir preferencialmente a farinha ou uma pequena quantidade de sementes e, para aquelas com doença cardiovascular, o óleo é uma boa alternativa", ensina a nutricionista Carolina Chica. A recomendação média é de 5g a 25g por dia, variando de acordo com as diversas indicações. O consumo excessivo pode causar desconforto gástrico e, por ser um alimento muito calórico- duas colheres, de sopa, fornecem aproximadamente 140 Kcal, que equivalem a duas fatias de pão integral- deve ser consumida com moderação e sempre acompanhada de líquidos para uma maior efetividade.
Contraindicada apenas para indivíduos com doenças inflamatórias intestinais, diverticulite e intolerâncias, a chia pode ser consumida por crianças como forma de contribuição no desenvolvimento cognitivo e de aprendizagem. O óleo é o mais indicado para menores de 1 ano, enquanto a semente é ideal para crianças maiores. As mulheres grávidas também podem ingerir o grão chia devido à presença dos ácidos graxos, essenciais durante a gravidez e a lactação, para o desenvolvimento visual e neural do feto. "Estamos desenvolvendo um estudo no Chile com um grupo de mulheres que consomem óleo de chia na gestação e na lactação e, até agora, os resultados são surpreendentes. A quantidade de ácidos graxos ômega 3 no leite materno e no sangue do grupo de mães e recém-nascidos aumentou significativamente em relação ao grupo que consumia óleo de peixe", relata Carolina Chica.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Câncer do Colo do Útero tem Cura..?






O câncer do colo do útero, também chamado de cervical, demora muitos anos para se desenvolver. As alterações das células que podem desencadear o câncer são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou), por isso é importante a sua realização periódica. A principal alteração que pode levar a esse tipo de câncer é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV, com alguns subtipos de alto risco e relacionados a tumores malignos.
É o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Por ano, faz 4.800 vítimas fatais e apresenta 18.430 novos casos. Prova de que o país avançou na sua capacidade de realizar diagnóstico precoce é que na década de 1990, 70% dos casos diagnosticados eram da doença invasiva. Ou seja: o estágio mais agressivo da doença. Atualmente 44% dos casos são de lesão precursora do câncer, chamada in situ. Esse tipo de lesão é localizada. Mulheres diagnosticadas precocemente, se tratadas adequadamente, têm praticamente 100% de chance de cura. 
Estimativas de novos casos: 17.540 (2012)

Número de mortes: 4.986 (2010)

Atenção: A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

ALHO FAZ BEM PARA SAÚDE?




Segundo Teresa Ortega, professora de Farmacologia da Universidade Complutense de Madri, "a virtude mais notável do alho consiste em beneficiar as veias e o sangue".


Seus compostos melhoram a saúde cardiovascular e previnem as doenças coronárias e circulatórias por diferentes mecanismos: reduzem a taxa de colesterol, tornam o sangue mais fluido, previnem a arterioesclerose e estimulam a dilatação das coronárias.
Também inibem o processo de inflamação, associado aos infartos. Inclusive, alguns especialistas consideram o alho uma "aspirina vegetal", já que reduz a capacidade de coagulação do sangue em 20 a 30 por cento, segundo Teresa Ortega.
Um consumo moderado de alho ajuda a reduzir a pressão sanguínea, contribuindo para tratar a hipertensão arterial, mas as virtudes deste bulbo não páram por aí.
Além disso, ajuda a combater infecções bacterianas, viróticas e fúngicas, como gripe, resfriados, gastroenterite, aftas, bronquite e herpes simples. Seu efeito germicida atua nos sistemas digestivo, pulmonar e contra as afecções da pele. Também contribui para fortalecer as defesas orgânicas.
Estudos da China mostram que quem come mais alho tem menos da metade do risco de sofrer de câncer do estômago. Além disso, o alho ocupa um dos primeiros lugares na lista do Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, como possível alimento protetor contra o câncer, principalmente gástrico.
Ao reduzir os níveis de açúcar ou glicose, na corrente sangüínea, o alho melhora a dieta das pessoas diabéticas.
Em forma de clísteres ou supositórios, é especialmente ativo contra os oxiuros, vermes intestinais redondos, brancos e pequenos, que costumam infestar crianças.
Além de ser diurético e um ativador do funcionamento da tireóide, o alho aumenta as secreções do estômago, regulariza a digestão, estimula a produção da bílis no fígado, aumenta o peristaltismo intestinal e reduz os gases.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

  A cafeína que você consome todo dia
O consumo da substância vai muito além do café diário. Fique de olho nas maiores fontes

Fotos: Danilo Tanaka


Quem resiste a uma boa xícara de café? Ok, muita gente resiste e há até mesmo quem não goste do líquido quente com cheiro único. Mas quem gosta vai além disso: ama. Por isso o café virou mania desde que a civilização ocidental se deu conta de seu gosto bom e de suas propriedades energéticas. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), cada brasileiro consome por ano 4,8 quilos de café torrado. O sucesso da bebida pode ser atribuído a vários motivos: o aroma, o sabor, ser quentinha... Mas boa parte do que ela traz de bom - e até de mau - vem da cafeína.

Os benefícios de consumir a bebida são principalmente relacionados a um ganho de energia e melhora no estado de alerta. "A cafeína, consumida em doses baixas a moderadas, provoca uma melhora no processo cognitivo e psicomotor", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional (SP). "Ainda diminui o cansaço, a sonolência e melhora o estado de alerta, audição, visão, concentração e coordenação motora", completa ela. A ação principal da cafeína é no cérebro. O formato da molécula da cafeína é muito parecido com o de um neurotransmissor chamado adenosina. Um dos papéis da adenosina no corpo é fazer a pessoa "baixar a bola". Isso significa que ficamos mais lentos e também relaxados.

A cafeína se liga aos receptores do cérebro onde a adenosina deveria se encaixar - só que não tem o mesmo efeito. Assim, o neurotransmissor não consegue realizar seu trabalho e o corpo fica alerta. A quantidade exata de cafeína que é preciso ingerir para começar a sensentir os benefícios varia de pessoa para pessoa, depende da massa corporal e do grau de tolerância. Para alguns, basta uma xícara para melhorar os ânimos. O consumo de até cinco xícaras por dia é considerado seguro para a maioria das pessoas. Demora menos de uma hora para que o efeito apareça. Em adultos, a sensação de corpo energizado dura pouco mais de quatro horas. Em mulheres que tomam anticoncepcionais orais, aumenta para cerca de cinco horas. Já no caso das grávidas, a cafeína pode agir no organismo pelo tempo de até dez horas e pode atingir o feto. Por isso, gestantes devem pegar leve na bebida.



Força para os músculos
A cafeína pode atuar também no sistema muscular, dando uma turbinada nos músculos. Em 2009, os pequisadores da Universidade de Illinois (EUA) avaliaram o desempenho de 25 ciclistas (homens), com idade ao redor dos 20 anos. Eles foram divididos em dois grupos distintos: um formado por pessoas que praticamente não tomavam café e outro com aqueles que consumiam cerca de 400 miligramas de cafeína diariamente, algo em torno de quatro cafezinhos.
Para os mais sensíveis, exagerar no café pode causar a
síndrome do cafeísmo. Contração muscular e aceleração
da respiração são alguns dos sintomas
TUDO QUE É DE MAIS, ATRAPALHA...
Exagerar na dose pode provocar mudanças de humor, diarreia e até elevação da pressão arterial.

Consumir cinco xícaras por dia (cerca de 400 microgramas) tem lá seus benefícios. Empolgar-se demais e exagerar na dose traz efeitos negativos. O tamanho do estrago vai depender da sensibilidade da pessoa à cafeína. Para os mais sensíveis, seis xícaras já podem causar a chamada síndrome do cafeísmo. "Os sintomas incluem zumbido no ouvido, mudanças de humor, diarreia, aumento da contração muscular, aumento da secreção de enzimas gástricas, aceleração da respiração e do batimento cardíaco, com elevação da pressão arterial", diz a nutricionista Inty Davidson.Embora se desconheça quem tenha morrido de tanto beber café, a dose considerada letal é de 10 gramas, ou seja, 125 expressos em um dia. O quanto uma pessoa é sensível à cafeína depende de seus genes. Foi essa a conclusão de um estudo do National Heart, Lung and Blood Institute (EUA),que mapeou os genes de mais de 47 mil americanos em 2011. Nos bebedores de café, dois deles - o CYP1A2 e o AHR - pareciam ser muito mais ativos.
As fórmulas de muitos comprimidos de venda livre
trazem entre 200 e 300 miligramas de cafeína e podem
ser tomados a cada três ou quatro horas
VEJA ONDE ESTÃO OS CAMPEÕES DE CAFEÍNA
Compare as quantidades de cafeína contidas em cada uma dessas bebidas. Os dados são o resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Chapecó (SC).

Por que está nos analgésicos
As potencialidades analgésicas da cafeína já vêm sendo exploradas há algum tempo pelos laboratórios. São vários os medicamentos que a colocam como ingrediente em suas formulações. "As fórmulas de muitos comprimidos de venda livre trazem entre 200 e 300 miligramas de cafeína e podem ser tomados a cada três ou quatro horas", explica a farmacologista Patrícia Medeiros de Souza, da Universidade de Brasília (UnB).
"A cafeína é classificada como uma xantina natural, e age inibindo a ação de uma enzima chamada fosfodiesterase, envolvida no processo doloroso. Assim, é necessário um estímulo maior para que a pessoa sinta dor", completa ela. Os efeitos analgésicos da cafeína são ainda mais intensos quando se trata de dor de cabeça. Isso porque, além da ação sobre a fosfodiesterase, a substância tem também um efeito vasoconstritor.
Fotos: Danilo Tanaka
Evite oferecer às crianças remédios que contenham cafeína em sua fórmula. A substância se acumula no sangue e pode causar convulsões
E, no geral, as cefaleias estão associadas à dilatação dos vasos que ficam ao redor do cérebro. Um estudo realizado pela Diamond Headache Clinic, em Illinois (EUA), demonstrou que a cafeína ajuda a tratar a cefaleia associada à tensão, com resultados ainda melhores se for tomada com ibuprofeno. Das pessoas pesquisadas, 80% das que tomaram a droga associada à cafeína relataram melhora, contra 67% das que tomaram apenas ibuprofeno e 61% das que ingeriram apenas cafeína.
"Para que os efeitos da cafeína sejam potencializados, é melhor adicioná-la à fórmula do medicamento, em vez de consumi- la como bebida", diz Patrícia. Crianças ficam de fora de remédios com essa formulação, principalmente aquelas menores de 2 anos. "O organismo delas ainda não consegue quebrar as moléculas de cafeína que se acumulam no sangue e podem causar convulsões", explica Patrícia.
Aumento da tolerância
E não é por fazer parte da formulação de um medicamento que a cafeína perde seus efeitos colaterais. Drogas que levam essa substância na fórmula também podem tirar o sono e devem ser evitadas à noite, a menos que estejam associadas a remédios que causem sonolência, como os anti-histamínicos. Ela também pode viciar. Não significa que a pessoa ficará dependente do remédio, mas ocorre um efeito rebote: cada vez será necessário consumir uma dose maior para que seu efeito seja sentido. Mas isso, se o uso for abusivo.
O organismo pode tornar-se também tolerante ao consumo da própria bebida. Os novatos podem sentir-se energizados ao tomar apenas uma xícara de café. Com o tempo, serão necessárias duas para provocar o mesmo efeito, e por aí vai. Esse fenômeno, associado ao prazer que a bebida produz por seu sabor, pode criar os viciados em cafezinho. Há pesquisas mostrando que consumir a bebida três vezes por dia durante o mês já é sufi- ciente para que o organismo passe a pedir mais. Portanto, não se deixe levar totalmente pelo poder sedutor do cafezinho. Aqui também vale o alerta: beba com moderação.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

SINUSITE – TRATAMENTO NATURAL



SAIBA COMO LIDAR E TRATAR DA SINUSITE


Caracteriza-se por uma inflamaçăo dos seios faciais ligadas a uma deficiência de energia nos pulmőes e ao calor úmido. Essa inflamaçăo, quando aguda, causa dor de cabeça que desce da testa até a maçă do rosto, além de febre, falta de apetite e tosse seguida de aumento da secreçăo nasal. Quando a sinusite se torna crônica, a febre deixa de existir, mantendo os demais sintomas.

Terapia Natural:

- Tomar, ao despertar, suco de dois limőes contendo 15 gotas de óleo de rícino: Ou suco de 3 limőes com água morna em jejum.
- Tomar em substituiçăo à água, dois a três litros de chá de nozes pecan/dia, durante 20 dias, em 5 etapas, com pausas de 8 dias.
- Cataplasma de argila morna com azeite de oliva e tomate, sobre a testa e face, por 30 minutos, diariamente.
-Faça duas inalaçőes nasais, por dia, com sal, cebola e alecrim, em água fervida.
-Em caso de crise, aplicar uma cataplasma de cebola ralada, tomate e azeite de oliva, amornada na testa, durante 2 horas por dia; ou compressa morna de tomate;
-1 banho de vapor nasal (sauna caseira), com eucalipto na água, toda noite.
-Um escalda-pés diário quente-frio (colocar mostarda na água quente). Deixar os pés 3 minutos na água quente, e 1 minuto na água fria. Trocando os pés de bacia 4 vezes/sessăo.
-Faça Auto-hemoterapia: Retirar 10 ml de sangue da veia do braço e aplicar na nádega, de 7 em 7 dias, durante 3 meses. Descansar duas semanas e repetir mais 3 meses, em 5 etapas, para obter a cura total.
-Tomar defumador de fezes secas de peru, 1 vez/dia.
-Aplicar uma bolsa de água quente sobre a testa, antes de dormir.
-Tome 3 vezes ao dia 1 xícara de mistura de urtiga, bardana, salsaparrilha, e alfavaca; ou hortelă miúda com casca de tangerina.
Tratamento intensivo: encomende um Guia de Avaliaçăo da Saúde à Distância

RINITE ALÉRGICA – TRATAMENTO NATURAL


Rinite é uma inflamaçăo da mucosa nasal de origem alérgica. Trata-se de uma resposta do organismo para alguma substância nociva que o nariz detesta. O nariz, além de porta de entrada para o ar, ele também é um órgăo fiscalizador: quando os neurônios sensitivos nasais percebem que alguma substância química pode ser perigosa para o corpo, eles agem imediatamente provocando irritaçăo ou entupimento das fossas nasais, com maior freqüência de espirros e um volume maior de secreçăo.
Terapia Natural:
- Tomar, ao despertar, chá quente de alecrim de jardim com eucalipto e erva-cidreira, adoçado com mel de abelhas, contendo suco de dois limőes e 15 gotas de óleo de rícino, durante 30 dias ininterruptos.
-Tomar 3 vezes/dia, chá de quebra-facăo e alecrim de jardim adoçado com mel, contendo suco de um limăo e 5 gotas de óleo de rícino, durante 30 dias.
-Tomar suco de abacaxi com maçă e mel, 2 vezes/dia.
-Tomar suco morno de laranja com abacaxi, contendo 30 gotas de própolis.
-Banho de vapor com chá de eucalipto e sal, toda noite, antes de dormir;
Tratamento intensivo: encomende um Guia de Avaliaçăo da Saúde à Distância.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Frutas para emagrecer


Exagerou na feijoada? Com alimentos naturais, leves e saudáveis, essa dieta de emergência faz você perder 1 kg em um dia



Depois de uma tarde inteira se esbaldando num churrasco, você se sente 1 tonelada mais gorda. Não é para menos: abusos alimentares intoxicam o organismo. Além disso, a comilança sobrecarrega os órgãos e provoca retenção de líquidos. Que tal uma dieta de emergência para eliminar o peso extra, desinchar o corpinho e se sentir muito melhor? Comendo apenas frutas, dá para perder 1 quilo por dia.

Ação purificadora 


Por serem alimentos naturais, saudáveis e pouco calóricos, as frutas limpam o organismo e ajudam a reduzir as medidas. “Muitas vezes, o peso que a gente ganha durante um abuso alimentar é apenas inchaço, provocado pela retenção de líquido. Ao voltar à alimentação normal, o inchaço desaparece. Se você fizer uma desintoxicação, com alimentos leves e com líquidos adequados, sua perda do peso será ainda maior”, explica Andressa Edde, nutr icioni s ta da consultoria Fitnoivas, do Rio de Janeiro. Além disso, as frutas são ricas em água, fibras, vitaminas e sais minerais. “A fibra sacia o corpo, melhora o funcionamento do intestino e elimina as toxinas que estão no organismo”, conclui a nutricionista.

Por que nosso organismo fica intoxicado?



As toxinas estão presentes em muitos alimentos que consumimos todos os dias. Felizmente, temos a capacidade de filtrar e jogar fora essas substâncias, que fazem mal à saúde. Porém, quando exageramos na dose do que comemos e bebemos, sobrecarregamos alguns órgãos como a tireoide, o fígado e os rins. Assim, eles não conseguem fazer adequadamente a limpeza do organismo. Ao longo do tempo, com os abusos, ficamos cada vez mais "envenenados". São muitos os sintomas de intoxicação: retenção de líquido, fadiga, problemas de digestão, dores de cabeça, pele sem viço, queda de cabelo e, claro, ganho de peso
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Vitamina D: essencial para a sua saúde

Um menu rico em vitamina D melhora o humor, despacha quilos extras e fortalece os ossos. Ainda assim, a maioria das mulheres consome apenas uma parte do que deveria

Publicado em 13/09/2012
Alisa Bowman e Tathiane Forato

Tomar sol na medida certa, ajuda a produzir a quantidade ideal de vitamina D
Foto: Getty Images
Quando o botão da calça jeans não fecha, você amaldiçoa a pizza, o brigadeiro e a coxinha. Mas é possível que a causa da gordura na sua barriga seja o que você não come. Segundo um estudo da Universidade de São Paulo (USP), 77% da população da Grande São Paulo tem taxas deficitárias de vitamina D, substância que desempenha um papel crucial no fortalecimento de ossos, no combate à depressão e na eficiência do sistema imune. Novas descobertas apontaram que a letrinha também é fundamental para determinar o número da balança.
Mais D, menos kg
À diferença da maioria das vitaminas, a D pode ser produzida pelo corpo - seu combustível é o sol. O problema é que o protetor solar, essencial para prevenir rugas, manchas e, evidentemente, câncer, reduz em 90 a 99% achance de o organismo sintetizar o nutriente. A poluição do ar também filtra uma parte dos raios UVB, reduzindo a quantidade que chega à sua pele.
Tem mais: mesmo que você não passe protetor solar, é difícil se expor aos raios certos, já que o sol que você provavelmente toma no dia a dia - o da manhãzinha e o do fim da tarde - é fraco para produzir a taxa necessária do nutriente (400 a 600 unidades internacionais por dia para uma mulher adulta). "A idade e a cor da pele determinam a cota necessária", afirma anutricionista Lívia Yokomizo, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. A quantidade aumenta quanto mais escura a tez e avançados os anos. Lívia recomenda no mínimo 15 minutos com braços e pernas inteiros expostos ao sol no período entre as 10 e as 16 horas para ativar a vitamina D no organismo.
Para saber se você se enquadra na estatística das mulheres que estão em falta com o composto, é preciso fazer um exame de sangue com dosagem de 25 (OH)D. Índices abaixo de 20 nmol/l são insuficientes.
Vitamina no prato
Uma maneira mais garantida e saudável de obter sua cota de vitamina D é por meio da dieta. À medida que você aumenta o consumo, sua cintura pode começar a diminuir. Isso porque cada célula do corpo - incluindo as temidas células de gordura - tem receptores da substância. Eles, por sua vez, interferem nos comandos do metabolismo de acordo com o recebimento ou não do nutriente. No caso das células de gordura, duas ações podem ser disparadas: na falta de vitamina D, o corpo recebe aordem de estocar gordura. Já se o nutriente chega aos receptores, é acionada a queima dessas células, estimulando o metabolismo a mandar agordura embora.
Enquanto isso, receptores no seu cérebro precisam da letrinha para controlar a fome, assim como para elevar o nível de serotonina, neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar (isso é bom, sobretudo porque dietas costumam causar mau humor). Ela ainda ajuda o organismo a absorver nutrientes essenciais para a perda de peso, como o cálcio. Falta de cálcio aumenta em cinco vezes a síntese de ácido graxo, uma enzima que converte caloria em gordura.
Num estudo de 2009 publicado no British Journal of Nutrition, obesas que encararam uma dieta de 15 semanas em que ingeriram 1 200 mg de cálcio diariamente perderam seis vezes mais peso do que as mulheres que só fizeram regime, sem tomar cálcio. Ao abastecer seu corpo com uma alimentação rica em vitamina D, você aumenta o potencial de emagrecimento em até 70%.
Para garantir a cota diária, insira o nutriente em todas as refeições. Vale trocar o leite, o suco e o iogurte por versões enriquecidas com asubstância, acrescentar peixes como anchova, arenque, atum, cavala e sardinha ao cardápio e aumentar a ingestão de ovos. Além disso, aposte nos snacks. As opções a seguir ajudam a preservar a massa muscular e incinerar gordura.
   
Lanches vitaminados
   
A dose recomendada de vitamina D para mulheres adultas é de 400 a 600 unidades internacionais (UI) por dia. As opções de lanche a seguir aajudarão e chegar lá.
  • 10 amêndoas sem sal + 200 ml de vitamina de frutas com aveia Sollys, Nestlé (R$ 3,49, tel.  0800 7702459) (38 UI)
  • 1 omelete de dois ovos (56 UI)
  • 1 sanduíche de pão integral com 1 colher (sobremesa) rasa de margarina light e 30 g de atum ralado light (conservado em água) (149 UI)
  • 2 fatias de pão de fôrma integral + 50 g de salmão defumado + 1 colher (sopa) de cream cheese (205 UI)
  • 1 copo (200 ml) de Ades Shake de Morango (R$ 4,40, tel.  0800 7070044) (80 UI)
  • 1 iogurte Densia (100 g), Danone (R$ 3,64, tel.  0800 7017561), + 1 Diet Shake Barra de Cereais de Frutas Vermelhas (25 g), Nutrilatina (R$ 1,69, tel. 0800 412423) (190 UI
    )